“Me bateu um ar de desvaneio. Lembrei de nós, bateu saudade. Bateu com força. Reduziu meu coração a estilhaços de nostalgias e cacos de princípios imaturos. A saudade rompeu o orgulho, e ali eu admiti baixinho, convicto, como se você pudesse me ouvir sussurrar: Ainda te amo tanto […]” — Anndré, (Prisioneiro da Morte)
“E eu tenho essa esperança, mesmo que remota, mesmo que meio marmota, de que nós dois fomos feitos pra dar certo. Quem sabe, suspiro, quem sabe…” — Tamires